quarta-feira, 23 de maio de 2018

O valor do trabalho

Se existe algo que me faz bem é trabalhar, ou seja, produzir resultado.  Faço isso tem muitos anos, mas sempre sinto a mesma boa sensação quando começo e quando termino.

Alguns anos trabalho por conta própria. Penso no proposta do trabalho, no tempo que irei destinar aquilo, o quanto o trabalho vai gerar de despesa, os projetos que preciso cumprir, o salário que preciso tirar...afinal também tenho minhas contas para saldar!

Sim é muito mais fácil que estar subordinado, mas muito mais trabalhoso para cumprir as metas. Você dita as regras e assim assume as consequências dos resultados, sejam boas ou ruins.

Desde que retornei ao Brasil, em 2012, tenho trabalhado com dois segmentos: a fotografia  e   um projeto direcionado ao gênero feminino, que tem como proposta fortalecer três comportamentos - auto estima, auto confiança e auto responsabilidade.

Em 2014 mudei o formato dos trabalhos fotográficos, potencializei em ensaios pessoais temáticos,  passei a formatar a produção de cada um deles. Havia me encontrado dentro da fotografia e abandonado os eventos sociais.

O Projeto tem como meta despertar valores, e também foi se aprimorando nesses anos de caminhada. Hoje tenho um Projeto com uma história linda de sucesso, e com suas propostas alcançadas. Sinto profundo orgulho disso tudo!

Esses dois caminhos foram portas para realizar  workshop, Group Coach, Canal em Youtube, Série em Vídeos, produções lindas para ensaios rascunhados ponto a ponto e muito mais.  Com certeza uma longa e bonita história de trabalho.

O que mais me proporciona a alegria de produzir esse texto é a certeza de quanto eu me envolvi em cada uma dessas etapas, o quando imaginei, desejei e fiz acontecer.

Fiz parte da vida de muitas mulheres, transformei valores, resgatei certezas esquecidas e apertei laços. Dá um livro...quem sabe eu me anime em escrever.

Enfim, trabalhar é meu melhor presente. Gratidão, essa é a palavra.


terça-feira, 22 de maio de 2018

Agasalho e colo, tudo haver

Essa noite foi muito fria, porém antes de deitar decidi que nem por um momento eu sentiria frio mesmo que por curto espaço de tempo. Ter uma boa noite de sono, sem interrupção, é algo que eu preciso pois me refaz de verdade, principalmente minha mente, ela precisa dessa pausa.

É inacreditável,  mais usei dois pares de meia, três confortáveis blusas e cinco cobertas rs... Me senti no colo de minha mãe de tão embrulhada que eu estava. Como é bom termos um colo, nos sentirmos
guardada.

Tive uma noite tão boa, de um sono tão profundo e descansado, que levantar da cama pela manhã foi um martírio, queria permanecer no colo de meus agasalhos.

Fui tomar meu café pensando no quando momentos tão simples nos refazem de verdade, e não me refiro a noite de sono, mas o regate na memória do colo tão saudoso.

Perdi minha mãe em 1990, e por mais que muitos e muitos anos tenham passado, a saudade sempre esteve como companhia. Existem partidas difíceis e isso não foi apenas comigo, cada um tem sua história de amor com uma alma boa que jamais será esquecida.

Essa noite, enquanto agradecia o dia e todas as coisas boas que pude viver, mesmo na correria dos compromissos, eu agradeci ter sido profundamente amada pela minha mãe, todos os apoios que ganhei vida a fora e o quanto sua existência somou em meus valores pessoais.

Um dia acredito que meus filhos farão o mesmo dentro de alguma noite fria e agasalhados até a alma.

Eu tenho uma profunda gratidão pelas pequenas coisas...o café que tomo, o texto que escrevo, o colo que posso dar, a cama aquecida...gratidão pelo  que  passa no dia a dia e as vezes não damos o devido valor, são essas as situações que nos fortalecem e ajudam a crescer mais e mais.

Foi uma noite muito boa, sem frio, de bom sono e de boas e importantes reflexões!


segunda-feira, 21 de maio de 2018

Segunda-feira Poderosa!

Uma das coisas que na minha vida não muda é  gostar de segunda-feira.  Ela tem cara de começo, de agito, de vida acontecendo, de realização, de efetivar planejamento. Segunda é o pulmão da minha inspiração.  Sempre senti assim, e sempre me fez muito bem.

Também sempre li o quanto ela é chata, sem estímulo, cansativa e sem graça...mas comigo não funciona assim. Olho-a sempre de forma positiva e me encho de vontade de fazer acontecer pelas suas horas.

Hoje estou a todo vapor! Estou com aquela vontade de agarrar a vida com todas as minhas forças e mandar ver, a agenda  cheia  com o "vamos que vamos"  na mente. Quero, e vou, desfrutar de cada "cumprido" que preciso dar nas  missões finalizadas do dia.  Fazer acontecer.

Claro que a vontade de sacudir a vida não se limita a esse dia, mas ele me dá força, ânimo, acordo sempre feliz por já ser segunda-feira.  É quase dormir sorrindo no domingo rs...

Entre as coisas que preciso fazer hoje,  está  a montagem do cenário para as gravações das séries do Projeto Alma Feminina, e isso é algo que adoro. Despertar minha criatividade, fazer pesquisa, deixar a inspiração fluir... Bom demais!

Enfim, o dia está muitoooooooo frio, esse excesso de "o" é para intensificar que está frio demais, mas  temos um céu de um azul fantástico, uma mistura de Outono com pinceladas de Inverno antecipado.

Que venha nossa segunda, sim nossa! Multiplicada em coisas boas, com um bom batom que empodere mais e mais nosso dia! Bora...












sábado, 19 de maio de 2018

Eu e Martha Medeiros

Foi uma noite fantástica. Tietando de verdade(rs)... Brincadeira a parte ela é uma simpatia, eu e Martha Medeiros...que bom!



Soube já no dia que Martha estaria aqui na cidade fazendo um talk show no Country Club, hora de procurar pelo ingresso... Busca por todos os lados, consegui ufa! Modéstia a parte, sempre consigo quando coloco minha emoção para trabalhar na conquista. Escolhi chegar mais cedo e curtir o ambiente, sentia letras no ar.

Demorou para começar, mas valeu a espera. Martha é super simpática e se coloca com muita transparência para a platéia. Falou de sua história de poetisa e escritora. Contou sua trajetória, seu amor pela literatura, citou alguns livros importantes que se encontram na estante de sua casa, sorriu...

A admiração dos presentes a sua pessoa era evidente. O encontro levou mais de uma hora, e no final abriu ao público para perguntas. Claro que eu automaticamente levantei minha mão. Como não me comunicar diretamente com uma das escritoras que tenho profundo respeito.

Ahh só para registrar também admiro e leio Clarice Lispector,  Marina Colasanti e Lya Luft!

Na verdade não fiz pergunta, mas exaltei a sua pessoa e a oportunidade de fazer meus domingos mais deliciosos por ter sua coluna fresquinha na coluna do Globo.  Meus domingos tem Martha rs...

Não podia deixar de  levar o livro que li e reli alguns de seus contos - Feliz por Nada. E ela, sorridente, deixou  sua assinatura  para mim, com direito a beijo na escrita.



Bem, Martha é gaúcha, trabalhou alguns anos com publicidade que é sua formação.  Depois de alguns anos começou escrevendo uma coluna no Jornal Zero Hora do RS, algum tempo depois passou a escrever no Globo, em ambos escreve até hoje.

Tem duas filhas, é separada, adora viajar (isso é bastidor nos conteúdos que escreve). Seus livros já viraram peças teatrais e filme, sendo que nunca com adaptação feita por ela e sua equipe. Nos falou que está rascunhando por isso. Esta finalizando seu primeiro livro em inglês, e em breve será lançado fora do país.

Enfim, uma figura pública e agradável em nossa literatura. Minha saída de sexta a noite foi deliciosa...eu,  meu carro, meu bloco de anotações e muita inspiração.

quinta-feira, 17 de maio de 2018

Quando o dia parece mais não é...

Todo dia depois de feriado parece segunda-feira, mas não é... Hoje é quinta, e ontem foi aniversário da cidade onde escolhi viver. Muitos assuntos giraram em torno dessa festividade por aqui, mas não vou entrar nesse mérito, aqui não é o lugar.

Ontem fui dormir muito tarde, fiquei  lendo alguns textos e por fim assisti um filme muito bacana sobre resgatar relações, não me lembro o nome.  A base de reflexão foi - Não fazer ao outro o que não quero que seja feito a mim...e isso também levanta boas conversas.

Por mais que possa parecer fácil esse auto controle, não é.  Por mais que venhamos a exercer essa teoria ainda nos falta controle sobre a mesma em algumas questões. Mas continua sendo o caminho para construirmos as boas relações tão esperadas.

Sou adepta dessa afirmação, e os anos me trazem para uma reflexão ainda maior, depende de mim. Sim, depende.

Depende do meu respirar, do saber controlar meus impulsos, da minha tolerância, da minha sensibilidade.

Existe uma expressão no dialeto  africano Zulu chamada:  "Sawubona", que significa:

"Eu te vejo, e ao te ver eu te trago para a existência" , essa á a tradução da reciprocidade que eu acredito.

Quando eu vejo o outro eu consigo trazê-lo para a mesma existência que eu acredito merecer.

Sawubona para todos nós! 




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